quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Ocupação triste

Não dizem que uma mentira contada continuamente se torna uma verdade? Deve ser isso que acontece com a temática "amor".
Que de tanto ser citada, acredita-se em sua definição; Uma soma de tantos outros fatores...
Tomou conta de um corpo, e pode ser até sujeito, deve contar lá as suas mentiras, e ter os seus caprichos.... Caprichos... eu realmente acho que ele os têm.
Paro por aqui, em respeito aos românticos.
Em respeito à ele/ela (vai saber qual sexo esse sujeito tem), e suas paixões doentias.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

19/11/2007

Vai ver, eu nunca esqueci...

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

LXX

"Um desvão de telhado é o infinito para as andorinhas."



Assis, Machado de

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Me desculpe se sou oceano

Estava pensando sobre a vida, e sobre os medos!
Ah! os medos...
Se eu pudesse, colocaria-os em minha cama, abriria um livro qualquer; O Pequeno Príncipe, talvez, até dormirem, até pegarem no sono, e os deixaria lá, sossegados...

sábado, 25 de outubro de 2008

"Eu cochichei para os certinhos.. (Enquanto as prostitutas de meus perigos, gritavam)"



"- Por que não quer contar? Tem vergonha de chorar?"
"- Não, só não quero falar."






Então, não se esqueça, ao entrar, de tirar os sapatos e guardar a alma.

Grata.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Cap. 20

"...Rímini, comtemplando-a com um pavor maravilhado, compreendeu a que ponto o inesquecível das coisas, ou desse complexo articulado de fatos, pessoas, coisas, lugar e tempo que chamamos momento, é muito menos uma propriedade das coisas, muito menos um efeito do modo como as coisas nos alcançam, penetram em nós e nos afetam, do que o resultado de uma vontade de preservação, um desejo que já então, no próprio instante em que é formulado, sabe-se ameaçado pelo fracasso. Dizemos que algo será inesquecível não apenas para reforçar, transformando-a já um pouco em passado, a intensidade com que o experimentamos agora, no presente, mas sobretudo para protegê-la, guardá-la com todo o zelo e o cuidado que considerarmos necessário, de modo a garantir que dentro de um tempo, quando nem o mundo nem nós seremos mais os mesmos, essa porção de experiência continue estando ali, nos esperando, demonstrando que há ao menos uma coisa que conseguiu resistir a tudo. Mas nada era inesquecível. Não há imunidade contra o esquecimento..."

(153-154)
Espero que esteja bem. ;)

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Gosto um tanto, quanto...